P r o c e s s e d   1 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   2 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   3 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   4 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   5 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   6 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   7 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   8 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   9 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   1 0 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   1 1 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   1 2 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   1 3 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   1 4 0 0   f i l e s . . . 
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 P r o c e s s e d   1 5 0 0   f i l e s . . . 
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 T o t a l   p r o c e s s e d :   1 5 3 5 
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